Extraidas do Filme ABC do Amor:
"Porque o amor acaba?
Por milhões de coisas bobas,pequenas e sem nenhuma importância...Porém,foram coisas que não foram ditas... e então elas se acumularam...Como num quartinho onde se coloca os entulhos...nós entulhamos coisas que não dizemos.E isso acaba nos sufocando...e achamos que o amor acabou... Mas o amor não acaba, ele esta apenas acumulado em nossa covardia de não dizer, de acumular coisas,acumular silêncio!"
"O amor não é feito de palavrinhas idiotas, o amor é de grandes atitudes. O amor é sobre avioes levando faixas sobre estadios, propostas em teloes, palavras gigantes escritas no céu. O amor é ir mais alem, mesmo que doa! Deixando tudo para traz! O amor é encontrar uma coragem dentro de você que você nem sabia que tinha! E como eu disse, a mesma coisa de quando me meti nessa confusão, o amor acaba! A verdade é que você entra nesse mundo sozinho e sai dele do mesmo jeito.Você quer ouvir uma historia de amor em nova york? aqui vai uma historia de amor em NY pra você, eu disse que não ia ser bonita: O amor é uma coisa feia e terrivel praticado por todos,ele vai partir seu coração e deixar você sangrando no chão e o que você ganha no final? Nada além de lembranças incriveis que você não consegue se livrar.Talvez nem tudo deva durar para sempre, certas coisas são como escrever no céu..uma coisa muito bonita mais que dura alguns instantes apenas e depois...depois você entende né ? O amor, ele realmente é terrível!"
"As vezes só o que podemos fazer é abraçar mais uma vez uma pessoa e então deixar que ela vá." Gossip Girls
Apenas jogo fora o que não vai ser útil para mim daqui pra frente! Não escrevo porque estou triste, realmente essas ultimas duas semanas, estão sendo divertidas, conheci pessoas, sai com meus amigos, escrevo porque tenho que escrever meu desabafo, sim aqueles que ficam guardados por meses. Não posso mais tentar prender as pessoas ao meu lado, deixo elas irem, sigam seus caminhos, eu não sou o que vocês queriam, sou apenas a que perdeu o brilho, o poder, a influência do que possuía: é uma sombra do que foi, apesar dos carinhos, eu não sou um bom par para vocês, não existem outras como eu, sou única, mas tentaram depois de partir achar alguém, parecido. Sou ridícula pelas frases, porque sempre existem os mais brutos com palavras, sou ridícula pelas escritas, porque sempre existe o parlapatão com suas mentiras, você sempre vai procurar um melhor, e quando perceber que não estou mais aqui irá sorrir e lembrar do passado.
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terça-feira, 21 de setembro de 2010
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
Dear John,
Tem coisas sobre destino que eu ainda nao sei explicar. Apesar das festas e das poucas noites de sobriedade nos ultimos dias, lembro de uma em particular.Dois dias por semana, aquela foi uma das mais simples, mas so fez sentido quando, numa madrugada qualquer, um mes depois, liguei meu notebook em plena 3h30 da manha para assistir a um filme: "Dear John".
A noite a que me refiro aconteceu com planejamento. Havia duas semanas que eu resolverá esquecer algumas coisas. Nao conhecia mais nada nem ninguem, fora meus colegas de classe. Uma amiga veio de São Paulo e, juntas, passeamos por Goiânia. Eu estava sentada no banco de trás do carro e a cada nova livraria por qual passavamos, via anúncios sobre "Dear John" como uma das melhores estreias . Quer a verdade? Eu acabei pegando raiva do filme e do livro de tanta propaganda que vi. Mas, tem coisas sobre instinto que eu nao sei explicar. Porque a curiosidade pelo romance dramatico so bateu hoje, nessa madrugada do comeco do post, quando procurava alguma forma de me entreter pra amenizar minhas lembrancas atordoadas.
Nao sabia do que se tratava "Dear John", juro. Como eu disse, eu evitei tudo relacionado ao filme nesses ultimos meses. Mas a desestabilidade emocional rolou instantaneamente logo nos primeiros 30 minutos, quando as frases mais cliches invadiram minha tela...
"Two weeks together it's all it took. Two weeks for me to fall in love with you. Now we have one year apart. But what's one year apart after two weeks like that together?" - Savannah, de "Dear John".
Nao faca essa cara, leitor. Eu sei, ok? Eu sei que Savannah e John tem uma historia nada comum e um pouco Hollywood demais. Mas eu sei tambem que a minha historia nao e comum. Porque se fosse, teriam mais filmes sobre ela. Teria mais gente nesse mundo tentando explicar o por que acontece, o por que tem que ser do jeito que e. Na tela, uma explosao de imagens que explicam exatamente o que eu senti. Ou o que eu sinto - ainda nao sei se e passado ou presente. E lagrimas, lagrimas e mais lagrimas. Quando a coincidencia é tanta, a gente sente um sufoco no peito, quer gritar, quer amaldicoar. Ou as vezes só quer chorar, quietinha, encolhida na cama. As vezes e a melhor alternativa. Foi exatamente como "Dear John". Foi exatamente daquele jeito. Aquelas duas semanas. E agora eu tenho como explicar. "Foi como em Dear John", direi. Porque as frases "eu estou morrendo. Vou sentir sua falta. Esta quase no final" fazem todo sentido pra mim. Ah, aquelas duas semanas!
A noite a que me refiro aconteceu com planejamento. Havia duas semanas que eu resolverá esquecer algumas coisas. Nao conhecia mais nada nem ninguem, fora meus colegas de classe. Uma amiga veio de São Paulo e, juntas, passeamos por Goiânia. Eu estava sentada no banco de trás do carro e a cada nova livraria por qual passavamos, via anúncios sobre "Dear John" como uma das melhores estreias . Quer a verdade? Eu acabei pegando raiva do filme e do livro de tanta propaganda que vi. Mas, tem coisas sobre instinto que eu nao sei explicar. Porque a curiosidade pelo romance dramatico so bateu hoje, nessa madrugada do comeco do post, quando procurava alguma forma de me entreter pra amenizar minhas lembrancas atordoadas.
Nao sabia do que se tratava "Dear John", juro. Como eu disse, eu evitei tudo relacionado ao filme nesses ultimos meses. Mas a desestabilidade emocional rolou instantaneamente logo nos primeiros 30 minutos, quando as frases mais cliches invadiram minha tela...
"Two weeks together it's all it took. Two weeks for me to fall in love with you. Now we have one year apart. But what's one year apart after two weeks like that together?" - Savannah, de "Dear John".
Nao faca essa cara, leitor. Eu sei, ok? Eu sei que Savannah e John tem uma historia nada comum e um pouco Hollywood demais. Mas eu sei tambem que a minha historia nao e comum. Porque se fosse, teriam mais filmes sobre ela. Teria mais gente nesse mundo tentando explicar o por que acontece, o por que tem que ser do jeito que e. Na tela, uma explosao de imagens que explicam exatamente o que eu senti. Ou o que eu sinto - ainda nao sei se e passado ou presente. E lagrimas, lagrimas e mais lagrimas. Quando a coincidencia é tanta, a gente sente um sufoco no peito, quer gritar, quer amaldicoar. Ou as vezes só quer chorar, quietinha, encolhida na cama. As vezes e a melhor alternativa. Foi exatamente como "Dear John". Foi exatamente daquele jeito. Aquelas duas semanas. E agora eu tenho como explicar. "Foi como em Dear John", direi. Porque as frases "eu estou morrendo. Vou sentir sua falta. Esta quase no final" fazem todo sentido pra mim. Ah, aquelas duas semanas!
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